O CON*DOR

Boletim Informativo da Turma 57-BQ/Aspirantes 62

Ano III - Nº 6 - NOV/DEZ 98


FESTA DE FIM DE ANO

Desta vez, venceram os noctívagos. A grande reunião da Turma Quase Perfeita aconteceu na noite de 6 de dezembro, no salão do Clube de Aeronáutica, na Praça Quinze de Novembro. Alguns vieram de longe, como o Ornellas, que deixou BH para reencontrar os velhos amigos, e o Silva Campos, que saiu da capital paulista. Aliás a paulicéia desvairada está mais desvairada ainda depois que o Silva Campos, meio mineiro, meio cigano, transferiu-se para a terra do Sucupira Também vieram de longe, o Pato e o Eolo, que vivem em São José dos Campos. O farto e animado coquetel congregou 74 participantes, contando com a família do Gasparello, que trouxe até o neto. Graças a Deus, o menino não se parece nada com o avô. Certamente vai herdar-lhe a inteligência, o companheirismo e o bom humor. É o bastante.

Logo na chegada, todos receberam um pin, retratando o Camofo Voador, aqui do nosso título, carinhosa lembrança da Turma, em muito boa hora criada pela Comissão. Lá pelas tantas, foram realizadas duas importantes e justas homenagens. Mereceram presentes e flores o incansável Amorim, o grande coordenador de tudo, e o criativo e não menos incansável autor da homepage da Turma, o Assis Brasil. Um conjunto musical animou a festa com um repertório dos anos dourados. É claro que o Cardoso e o Zé Nelson se fizeram presentes porque, como disse o Fernando Victor, estavam doidos para abocanhar o microfone. Outro que abocanhou o microfone foi o Padrão, que manteve o padrão, o dele. Sentimos as ausências do pelotão paulista, comandado pelo querido Sucupira, dos companheiros de Brasília, e da gauchada. Não vieram, mas não foram esquecidos nos papos regados a vinho branco e muito chope. Eles foram lembrados, citados, louvados. O eficiente João Carlos, o nosso enérgico Presidente da Comissão, dispensou os discursos e decretou que a saudação de Natal seria feita pelo O CON*DOR. É o que estamos fazendo, com mais um belo trabalho original e exclusivo do nosso companheiro Dalmo. E assim, de copo em copo, de croquete em croquete, fomos dizendo uns aos outros, na presença de esposas e do neto do Gasparello, que pouco importa onde estejamos; o que muito importa é onde esteja, dentro de nós, toda a maravilhosa Turma de 1957, a Turma Quase Perfeita. Feliz Natal a todos os companheiros, espalhados do Acre ao Rio Grande, e também aos que vivem no exterior. Todos temos sido amigos fraternos nestes quarenta e um anos e continuaremos a sê-lo no Ano Novo, porque a força mágica da Turma Quase Perfeita nos reanima e enriquece - todos os dias.


DE CARA NOVA

A redação de tem recebido muitos comentários de companheiros, com relação ao reduzido tamanho das letras usadas nos textos do nosso jornal. Afinal, os nossos netos, com seus olhinhos pequenos e não totalmente formados, somente conseguem ler as reportagens com o uso de lupas. Mas há uma razão para isso. As matérias foram crescendo e o tamanho do jornal permaneceu o mesmo. Assim, para não omitir assuntos importantes, só restava à redação diminuir o tamanho das fontes, isto é, das letras. Sensível a essa dificuldade, e, para resolvê-la definitivamente, a Comissão da Turma decidiu mudar o formato de O CON*DOR, que, a partir desta edição, está de cara nova e circulará no formato duplo A-4, com quatro páginas, o que significa dobrar-lhe a área útil. Agora, netinhos espertos e vovôs corujas e felizes poderão saborear as notícias com o prazer de sempre, sem as dificuldades de antes. Boa leitura, no Natal e no próximo Ano Novo.


DESORDEM UNIDA

Chegava ao fim o ano de 1957, estava perto o Natal. Àquela altura, deixáramos de ser bichos totalmente despreparados. Já nos considerávamos com um certo grau de capacitação que permitiria assumirmos ares de veteranos experientes no ano que em breve se iniciaria. Numa tarde bonita, tipicamente de Barbacena, submetíamo-nos à avaliação de ordem unida. Naquela avaliação, os alunos eram sucessivamente testados no comando da tropa. Chegou a vez do Eudo (será que o bom amigo ainda se lembra?). Ele encheu o peito de ar e comandou: "Esquadrilha, sentido! direita, volver!". Após algum tempo: "Meia volta, volver! Ordinário, marche!". Provavelmente, enquanto o pelotão marchava, ele começou a pensar nas coisas boas do nosso Pará, talvez num gostoso açaí ou numa deliciosa cuia de tacacá. Ao som da cadência da turma, ele se deixou transportar pela lembrança. Mal percebeu a tropa que marchava em sua direção e estava prestes a imprensá-lo contra o muro. Entre perplexo e cristalizado, ainda encontrou tempo para gritar: "Alto!", e assim, evitar que certamente fosse pisoteado pelo pelotão, que àquela altura, batia cada vez mais forte com o pé no chão. Ainda na mesma avaliação de ordem unida, outro querido amigo, o saudoso Albuquerque, com a modéstia que lhe era peculiar, comandava em alto e bom som: "Direita, vamos ver!". Naturalmente, cariocas e paulistas que jamais perdoam deslizes como esses, aproveitaram a oportunidade para as costumeiras e intermináveis gozações.

Ainda, o Albuquerque é protagonista de uma estória, que, depois alguém me disse, ser invenção do Pessoa de Mello. Se foi inventada ou não, o fato é que até hoje ela circula como a mais pura expressão da verdade. Foi assim que a ouvi e é assim que a conto: "Tínhamos chegado aos Afonsos e o aratacal logo tratou de se apossar de uma mesa no rancho, que os demais observadores, de pronto, apelidaram de 'mesa de Orós'. Orós, quer dizer, ora, vejam só! Dela faziam parte o pernambucano Pessoa de Mello, os maranhenses Raposo e Pantoja, eu mesmo, nascido no Pará, e alguns outros mais, vindos daquelas plagas do norte ou do nordeste. Tão cedo era comandado: 'Rancho, à vontade!', cada um pegava apressado uma bandeja com alimentos para, posteriormente, negociarem-se trocas. Trocava-se um bife por dois ovos, uma banana por manteiga e assim por diante. Pelo menos era o que de nós diziam os finórios do sul e do sudeste. Num certo dia, após o troca-troca, o Albuquerque pegou a bandeja com a parte de arroz que lhe coubera e, num gesto rápido como convinha, naquelas circunstâncias, e antes que lhe afanassem os míseros grãos, ao mesmo tempo em que dizia: 'Sem cadência, marche!' impeliu-os, com a grande colher que acompanhava a bandeja, para dentro do prato. Vários grãos mal manejados caíram fora do prato, sobre a mesa. Sem perder a pose, disse: 'Opa! Sem cadência não é fora de forma!', e levou, com as mãos, os grãos recalcitrantes para o devido destino - o prato". Pensando bem, essa estória só pode ser coisa do Pessoa de Mello, mesmo...

57-16, MOSSRI


NOITE EM AGOSTO

Era agosto de mil, novecentos e cinqüenta e oito, deslocávamo-nos para a ceia das vinte e uma horas, quando o 57-77, Teixeira perguntou-me se gostaria de ir a uma festinha, a convite de duas garotas, lá do Alto da Fábrica de Tecidos. O convite era tentador, a noite estava muito fria, e o Teixeira me disse: "Horta, as garotas são bacanas e me pediram que levasse um colega". Antes do fim da ceia, já estava decidido. Eu iria. Pegamos nossos agasalhos e partimos para o Alto da Fábrica. Lá chegando, uma surpresa agradável: o Teixeira não havia mentido. Eram duas belas garotas! Elas nos receberam muito bem e passamos uma noite maravilhosa. Talvez para motivação, até amendoim frito nos foi servido. Na festinha, dividimo-nos entre o aconchego do salão e as incursões ao jardim, onde o frio e o céu estrelado criavam um clima de romantismo. Aquela noite de agosto, em BQ, foi inesquecível. Estava quase amanhecendo e tínhamos de voltar à Escola. A noite estava clara e todo cuidado era pouco. O oficial-de-dia era o tenente Sinópio e todos sabíamos que, quando de serviço, ele corujava a noite toda. Não deu outra. Assim que pulamos o muro vimos uma luz acender-se, e o tenente cruzar o pátio e desaparecer. Esperamos alguns minutos e, também nós atravessamos o pátio, na direção do corredor do posto-médico, por onde entramos, a caminho do alojamento. Já estávamos na rampa de acesso, quando ouvimos o engatilhar de uma arma. Olhamos na direção do ruído. Lá estava o tenente Sinópio apontando uma pistola Colt .45 para nós, mais precisamente para a cabeça do Teixeira. Joguei-me ao chão em uma cena digna dos melhores filmes de cowboy e gritei:
- "Não atire, tenente! Somos alunos!"
O tenente, então, com um ar de poder ilimitado e de sabedoria incomensurável, vociferou:
- "Tejem presos!" (Que horror! Vocês pedem não acreditar, mas foi exatamente isso que ele disse).
E nós fomos diretamente para a cadeia. Como resultado da brincadeira, pegamos, cada um, três dias de prisão, sem direito a habeas-corpus.
Recentemente, liguei para o Texeira, em Vassouras, onde hoje reside. Ele ficou muito feliz com o telefonema, e eu também. Juntos, a pesar da distância, revivemos esta e muitas outras aventuras. Em meio a todas essas reminiscências, dei-me conta de quanto tempo passou desde aquela noite, e como as coisas mudaram. Já não existem mais camofas, já não precisamos dar V.I., já não ficamos mais de licenciamento sustado, nem detidos ou presos. Não há mais muro. Não há mais...nada.

57-78, HORTA

Notas:
Camofa - apelido dado às garotas de Barbacena
V.I. - abreviatura de Vôo por Instrumentos. No jargão escolar significava pular o muro da Escola em ocasiões ou horários em que não era permitido sair.


O TEMPO DO TEMPO

Das lembranças que trago comigo da minha meninice, destaca-se a da minha avó materna. Chamava-se Medora. Eram os anos 40. Suave e delicada, sempre a vi como uma velhinha. Seus cabelos eram brancos e compridos, arrumados em um coque. Vestia luto pela morte do marido. Depois de uns dois anos do falecimento de meu avô, passou a usar vestidos negros com minúsculas bolinhas brancas. Era o alívio do luto. Na medida em que o tempo passava, as bolinhas aumentavam um pouco, mas ela nunca chegou a se vestir com roupas coloridas. Dessa década, não sei por que, lembro-me, vivamente, da Medora pedindo-me para enfiar a linha na agulha, para que ela pudesse costurar. Era o que mais fazia, horas e horas costurando manualmente e, às vezes, à máquina SINGER, ainda a pedal, preta e com logomarca dourada. Eu tinha o maior carinho com ela, mas, muito menino, não entendia porque ela própria não colocava a linha.

O tempo passou, chegaram os anos 50 e, com eles, a minha adolescência. Morávamos em Porto Alegre. A televisão não existia na cidade. Minha mãe, um dia, comprou uma rádio-vitrola, assim mesmo, gênero feminino. Era um móvel grande. Do lado direito, em cima, um rádio "possante", como se dizia na época, com ondas curtas e médias. Abaixo dele, dentro do móvel, a caixa dos alto-falantes. Do lado esquerdo, em cima, o toca-discos e em baixo um espaço para arquivo de discos. Quando aquela maravilha chegou à nossa casa, eu fiquei encantado. Mexi em todos os controles, olhei as válvulas, removi-as para examiná-las e ler os números gravados. Admirei o mecanismo do ponteiro indicador de estações (que um dia desmontei), cheio de rodinhas e com uma linha segurando o ponteiro verde, bem fininho. Instalei um fio no sótão para atender a recomendação do folheto: "necessita antena externa" e viajei nas ondas curtas. Até hoje guardo na memória o desenho do cachorrinho fox-terrier da RCA que enfeitava o móvel. Rapidamente aprendi as freqüências de todas as estações e naquele mesmo dia tornei-me um expert em rádio-vitrolas.

Ao longo do tempo parecia-me que minha avó mantinha sempre a mesma aparência, meio curvada, simpática, sempre na casa dos filhos, ajudando-os em tarefas domésticas. Ela era a doçura personificada... Um dia sentou-se na sala e pediu-me para ligar o rádio, como sempre fazia. Disse-me que sintonizasse a Rádio Farroupilha, pois queria ouvir um tango. Aleguei que seria isso seria muito difícil, pois não havia tangos na Farroupilha naquele horário. Procurei em outras rádios, percorri todo o mostrador e nada de tangos. Achei um rock'n roll com o Bill Halley e seus Cometas. Ela ficou muito frustrada e me disse que aquela música era um barulho, que música boa era a música do seu "tempo". Jamais tocou nos botões do rádio, seja para ouvir rádio ou ouvir discos. Colocar um disco? Nem pensar! Tentei ensiná-la e ela me disse que "era muito velha para essas coisas". Passou o resto de sua vida, sempre simpática, à margem do progresso e da tecnologia. Suas conversas eram, sempre, apenas reminiscências.

Após a Segunda Guerra Mundial, o General Douglas McArthur fez um discurso que ficou conhecido como "Oração aos Jovens". Fala da juventude e do entusiasmo. Fala da velhice, também. Em seu momento mais feliz, ele afirma: "Não ficamos velhos quando nossa cara fica cheia de rugas... A velhice chega, isso sim, quando, ao perdermos o entusiasmo, ficamos com a alma enrugada!"

Quis o destino que me coubesse, por escolha de meus colegas da minha turma de 2º grau, concluído na Escola Preparatória de Cadetes do Ar, a honrosa tarefa de criar e manter a home page da Turma na Internet. Não tenho formação em informática e nunca havia feito isso. Comecei comprando revistas que traziam artigos do tipo "Aprenda a fazer a sua homepage em dez lições". Houve muito trabalho, erros e acertos até nossa página aparecer como um ponto de união entre nós mesmos e entre nós e a Sociedade. Nela existe, dentre outras coisas, fichas para atualização de dados cadastrais on-line, correios eletrônicos de nossos colegas, datas de aniversário, fotografias, convites para festas e reuniões, endereços, além do nosso boletim mensal O CONDOR, com memórias, crônicas e notícias. Em uma dessas crônicas, brilhante e inspirada, intitulada "Para todos os que nasceram antes de 1945", nosso colega Claudiney Fullmann comenta que todos de nossa turma nascemos antes do plástico, televisão, máquina de lavar, transistor, bebês de proveta, bomba atômica, vacina Sabin, computador etc. E que, apesar dos pesares, sempre nos adaptamos muito bem ao advento de tudo isso. Conseguimos sobreviver e, conforme ele encerra sua crônica, "continuaremos a viver apesar da próxima invenção".

Passado um ano da inauguração de nossa homepage, já com mais de 5.000 visitantes registrados, contabilizamos um grande sucesso entre colegas de outras turmas, gente de outros países e jovens candidatos ao ingresso na FAB, todos nela obtendo informações preciosas. Verificamos, porém, que não tivemos um bom retorno em termos de visitas de gente de nossa própria turma. Notamos isso pelo reduzido número de mensagens deixadas por pessoas da turma no Livro de Visitas da homepage, pelo reduzidíssimo número de atualizações cadastrais recebidas e pelo infinitesimal número de colegas com e-mail próprio. Conversando pessoalmente com essa nossa gente ausente descobrimos o motivo: eles se transformaram na minha avó! Eles olharam, sem ler, a Oração do General McArthur. E, sem perceber, deixaram que suas almas se enrugassem! Não leram o artigo do Fullmann e, assim, decidiram que não precisavam continuar a viver a partir da invenção do computador.

Minha avó era moça na minha infância, estava na casa dos 40, e ainda continuava relativamente moça na minha adolescência. Ela tinha uns quarenta anos mais do que eu. Quando entrei no 2º grau a "velhinha" era mais moça do que eu sou agora, mas sua cabeça tinha se cristalizado no passado. Não percebia que o seu tempo era aquele agora. Não conseguiu se adaptar, nem ao advento de novidades da tecnologia, nem à mudança do gosto musical. Claro que músicas antigas são gostosas, vejam Bach, Beethoven, Lupicínio, Pixinguinha e outros. Mas as músicas do nosso tempo são as de hoje, pois o tempo do nosso passado foi o "nosso tempo", já não o é mais. Sentimos essa inadaptação aos novos tempos, muito claramente, ao perguntar aos nossos colegas que nunca apareceram na lnternet o por quê dessa ausência. Recebemos, de volta, pérolas como:

"Um dia desses vou comprar um computador...", ou
"Eu ainda não tenho computador(!)... ou
"Meu filho monopoliza o computador e não me deixa mexer nele... ou
"Qualquer hora dessas eu faço um cursinho e dou uma olhadinha por lá... ou
"Lá em casa quem mexe (!) com isso é o meu netinho mais novo... ou
"Não tenho mais paciência nem idade para lidar com essas coisas..." etc., etc., etc...

Esse comportamento, infelizmente, é generalizado entre pessoas que passaram dos quarenta anos. Homens e mulheres inteligentes, que foram capazes de comandar, de administrar pessoal e suprimentos, de advogar, de engenhar, de curar, de ensinar, de criar e de construir, estão agora, ainda moços, sem entusiasmo e sem vontade de se adaptar a novas tecnologias. Muitas dessas pessoas são incapazes, sequer, de consultar um saldo bancário usando o cartão eletrônico de seu banco. Apesar de ainda capazes, estão fadados a permanecer fora das conversas, anacrônicos, almas enrugadas.

Ainda é tempo de recuperar o tempo, de chegar ao presente e de viver o futuro. Tempo de aperfeiçoar a nós mesmos! Vamos sacudir a poeira das almas e esticar as suas rugas! Tenhamos orgulho, vigor intelectual, aprendamos e ensinemos! Vivamos o tempo do nosso tempo! Ele não passou, nem chegou nem chegará! Ele sempre foi, é e será nosso!

57-18, BRASIL


ANIVERSARIANTES

DEZEMBRO
Parabéns aos companheiros:
Dia 04 Eudo, 57-53
Dia 08 Raposo, 57-22, Seixas, 57-54
Dia 09 Bruder, 57-30
Dia 10 Marées, 57-118
Dia 13 Laílo, 58-271
Dia 16 Valmir, 58-255
Dia 19 Duque, 57-137
Dia 21 Cléber, 57-124, Paiva, Cad. 60-124
Dia 22 Carlos Mauro, 56-172
Dia 24 Bezerra, 57-122, Felicíssimo, 58-267, Revoredo, 59-335
Dia 29 Brito, 57-46

JANEIRO
Parabéns aos companheiros:
Dia 04 Alfano, 60-114
Dia 06 Wilson, 57-27, Beuthner, 57-65
Dia 09 Consentino,58-285
Dia 14 Helius, 59-355
Dia 17 Malagutti, Cad. 60-111
Dia 18 Carlos da Cunha, 57-26
Dia 21 Amilcar, 57-72
Dia 26 Palmero, 57-145, Coelho, Cad. 60-112
Dia 30 Archimedes, 58-283

FEVEREIRO
Parabéns aos companheiros:
Dia 06 Silva Campos, 57-68
Dia 08 Castro Lima, 59-348
Dia 09 Aquino, 57-348, Pascoal, 59-339
Dia 12 Zuzuca
Dia 13 Sousa, 57-52
Dia 15 Pereira Brandão, 58-259
Dia 16 Brasil, 57-18
Dia 19 Clarindo, 56-137
Dia 23 Curtiss, 57-45
Dia 26 Nunes dos Santos, 57-135



REUNIÃO EM BRASÍLIA

Na noite do dia 10 de novembro, o pessoal de Brasília reuniu-se o Restaurante Carpe Diem (não seria Carpe Nocten?). O ponto alto do encontro foram as gracinhas do Archimedes e as piadas do Rego. O Manel não ficou para trás, e o Luiz Ribeiro deixou o seu ar sisudo e entrou no clima. Mas quem estava mais feliz do que pinto em terreiro era o Luís Mauro, representante da redação de O CON*DOR na reunião. Aos amigos de Brasília, o abraço da delegação do Rio de Janeiro.


SCHIII! ERRAMOS...

Na edição de Set/Out , o nosso querido Schneider virou Schineider (que horror!) e o número do não menos querido Ivan saiu errado. O número certo é 58-276. Aos nossos queridos companheiros, as desculpas de O CON*DOR.



BARRADOS NO BAILE

Convidado a participar da nossa festa de fim de ano, Papai Noel recusou-se a entrar sem as suas renas, vetadas pelo nosso bom amigo Seixas. De nada adiantaram os esclarecimentos de que eram apenas renas. As renas ficaram de fora... E Papai Noel, também!


A ÚLTIMA DE 98

A reunião da última terceira terça-feira do ano foi dia 15 de dezembro. Foi um sucesso! Mesmo chovendo a cântaros, a magia da Quase Perfeita funcionou. Compareceram vinte e sete companheiros para desejarem-se Boas Festas. O Seixas deixou o Curupira em paz e veio matar as saudades, que eram muitas. O Pessoa de Mello, que continua o mesmo, largou Récife para lamentar-se, no ombro do Zé Nelson, da proibição do fumo nos vôos em aeronaves brasileiras.É viciado rebelde. Já o Pöllhuber ,com o seu perfil de sempre, abandonou os radares ecológicos e os trocou por não menos ecológicas cervejas geladas. Mas nós não estávamos sós. Em uma mesa próxima, os veteranos integrantes do 1° Grupo de Caça cantavam façanhas e, do alto de seus oitenta, viam-nos como meninos, principalmente o Duncan que a eles se juntou, durante algum tempo, em que embevecido, não perdeu uma só palavra. Como é bom poder beber da fonte!


OS VETERANOS

Tradicionalmente, os Veteranos do 1°Grupo de Caça da Itália reuniam-se, todos os meses, na residência do Brig. Nero Moura. Com o falecimento do Brig. Nero, as reuniões passaram a ser, temporariamente, na residência do veterano Goular e desde junho deste ano, no Clube de Aeronáutica. Os "Engrenados Veteranos do Primeiro Grupo e Caça" escolheram as terceiras terças-feiras do mês, para seus encontros, que por feliz e honrosa coincidência, também são os dias de confraternização da "Engrenada Turma O CON*DOR". Assim sendo, temos tido a felicidade dupla de rever nossos colegas e encontrar seguidamente os Heróis que nos serviram de exemplo na vida aeronáutica. A esses heróis , nossos ídolos de ontem e de hoje, os votos de felicidade da Turma 57-BQ. Que nossas reuniões continuem sempre juntas.

57-83, DUNCAN


VISITAS À HOME PAGE

Diogo martins@vicosa.com.br
Cidade: Viçosa MG
Tenho 11 anos de idade. Meu pai serviu na Aeronáutica e me incentiva muito para que vá para a EPCAr. Visitei a Escola e, confesso, fiquei com muita vontade de fazer parte desse notável time. Em breve, estarei aí com vocês.

João Rodrigues robeck@zaz.com.br
Cidade: São Paulo
Aluno: 66-141; Cadete: 69-159
Parabenizo-os pela iniciativa de manter viva a nossa Escola e os nossos sonhos. Voei o Focker T-21. Hoje procuro um desses aviões para recuperar e fazer voar com as cores de nossa Academia. Se alguém puder ajudar-me , serei muito grato. JOÃO DA MOOCA".

Guilherme Ariolli ariolli@pro.via-rs.com.br
Cidade: Santo Angelo-RS
Meu nome é Guilherme, tenho 12 anos. Não sou aluno, nem cadete. Sou apenas um Escoteiro do Ar de minha cidade. Gostaria de cumprimentá-los por sua página. Achei ótima esta idéia!!! Parabéns!!!

Leandro Cristian de Carvalho carlos@mii.zas.com.br
Cidade: Marília, SP
Esta é uma ótima página! Parabéns vencedores! Este ano vou prestar o concurso de admissão, se puderem auxiliar-me em algo ou quiserem conversar comigo, por favor, mandem-me um e-mail ou usem o icq. 0 meu uin é: 9808821. O que significa: "Non multa sed multum"?

Pontes pontes@web4u.com.br
Cidade: Niterói
Aluno: 57-09
Em cada visita a esta homepage, mais se renova o orgulho de pertencer a este seleto grupo. Que o melhor do nosso passado seja o pior do nosso futuro.

Guliherme Sakakibara gilberto@beije.ocn.ne.Ip
Cidade: Tokyo
Meu nome é Guilherme Henrique Sakakibara. Atualmente estou morando e estudando no Japão. Tenho 14 anos de idade e estou procurando informações para ingresso na EPCAr. A quem me puder dar maiores informações agradeço. Um abraço.

Simone Lage a970969@yahoo.com
Cidade: Brasília
Antes de tudo, gostaria de parabenizá-los pelo belissímo site. Tenho um irmão de 15 anos que sonha em entrar para a FAB. Ele começou a fazer um cursinho preparatório para a EPCAr, mas desanimou. Gostaria, se possível, que vocês mandassem um e-mail em nome de Rodrigo Lage, para incentivá-lo a trabalhar sério e persistir naquilo em que ele realmente acredita. Agradecida, Simone Lage.

Rodrigo Lage a970969@yahoo.com
Gostaria de agradecer ao Aluno 57-18, Antônio Carlos de Assis BRASIL, pelo estimulo que me deu ao me escrever. 0 seu e-mail me esclareceu muitas coisas e me encorajou, ainda mais, a fazer o exame para entrar na EPCAr. Obrigado pela força! Rodrigo Lage.