O CON*DOR Boletim Informativo da Turma 57-BQ/Aspirantes 62
Ano IV - Nº 4 - JUL/AGO 1999
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NICOLAU! NICOLAU!
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Ei cara! Qual é a sua? Essa me pegou de surpresa... você, hein! Partiu, assim, sem dizer um adeusinho... Foi embora sem se despedir... até parece que você esqueceu dos nossos compromissos... E agora? Como ficamos? Lembra daquela nossa saída em BQ? Tudo começou lá no Gino's - bons tempos - que noitada, como nos divertimos! E, na volta, a nossa discussão para pagar o táxi. Quem terminou pagando aquela corrida fui eu. Você se comprometeu, ficou de pagar a próxima! Já fica, desde agora, acertado: quando eu for encontrá-lo no Céu, você fica aguardando na portaria e paga a "corrida". Assim, ficaremos quites e prontos para uma outra "saidinha", aí no Céu. Vamos a uma bela festança - vamos ver se aquela história de que anjo não tem sexo é verdadeira - tomara que tenha! Na volta, vamos entrar sorrateiramente e dar um golpe no "Santo de Dia". Espero que não seja São Pedro... Ah, já ia esquecendo: cuidado com as "marolas", porque, como você é ruim de pegar ondas (jacaré), pode quebrar, novamente, outro braço por aí, Elemento. Então fica tudo acertado. Na minha viagem até aí, você me espera na portaria e paga o táxi. Não esqueça de reservar um bom apartamento... E de me ajudar a carregar as malas, caro amigo... Quanta saudade!... Um forte abraço e até o reencontro...
57-86, Luzardo
NICOLAU! NICOLAU! É interessante a vida... O Nicolau foi quem me acolheu em sua casa no Rio e quem me deu a sua família de presente, quando eu era "bicho", em Barbacena. Ficou com pena de mim, pois, como "laranjeira", eu não ia para casa nos licenciamentos. Além de morar longe, eu era, como todos, muito duro, não dando para pagar a passagem, a não ser no fim do ano. Eu gostava de Hollywood, mas meu dinheiro só dava para fumar Mistura Fina.Sua família, assim como ele, foi a minha referência na idade pré-adulta. Criado no sul, em uma família onde carinho significava apenas boas escolas, nunca tinha visto um pai beijar o filho adolescente, nem esse filho sentar-se no colo da mãe, nem sobrinho menino chamar tio adulto de você, nem homens a se abraçar e dar palmadinhas no rosto um do outro. Aquela gente do Pará fazia isso... Foi uma mudança muito drástica. Passei a ver que existia uma outra sociedade, mais gostosa, onde as pessoas se tocavam e eram fraternas. Hoje, isso parece simples para mim, mas foi um aprendizado, uma mudança interna bastante complicada.
Nasci em Porto Alegre. O sul do Brasil foi colonizado, apenas, muito depois do descobrimento. Porto Alegre, por exemplo, foi fundada há cerca de dois séculos e meio - novinha, novinha... Não havendo agricul-tura, não havia escravos, pois basta um homem e um cavalo para se tomar conta de três mil reses. Para lá, foram italianos, alemães, açorianos e muitos outros. Todos europeus. Isso se refletiu no jeito de ser e na aparência daquela gente do sul. São, ainda, muito branquelos. Minha cidade não era passagem para lugar nenhum. Os pólos de atração dos povos do nosso norte são Rio de Janeiro e São Paulo. Só ia ao Rio Grande do Sul, quem tinha de ir. Nada do que acontece por aqui, - vem gente do nordeste para ganhar a vida em São Paulo e acaba ficando no Rio - acontece por lá. Também o clima frio nunca favoreceu a migração interna. Dos anos 40, até quase os 70, lá não chegava ninguém de fora. Além da falta de atrativos e do frio, o transporte era trem, navio ou avião (este último, com pouca freqüência), pois as estradas eram precárias e, em muitos trechos, ainda de terra. Não havia televisão, e os meios de comunicação de massa eram incipientes. Tudo isso fez com que nós, isolados, ficássemos um pouco diferentes das pessoas dos outros estados mais ao norte.Eu, até meus 16 anos, nunca tinha conhecido um paraense, um amazonense, um rio-grandense-do-norte, um maranhense... Assim, fiquei encantado com o modo de ser daquela gente do Nicolau, todos muito alegres, amigos e descomplicados.
A vida, porém, nos fez tomar rumos dife-rentes. Passaram-se os anos, voltei a ver o Nicolau nas nossas reuniões da Quase Perfeita. Lá estava ele, a mesma cara... Comparado com a maioria de gordos, carecas e barrigudos, parecia até que o danadinho tinha feito plástica. O mesmo comportamento afável e amistoso. Os quarenta anos de separação não me impediram de vê-lo, de novo, como o mesmo menino que teve de se esconder, na EPCAr, daquele soldado da PM que andava a sua procura. Lembram-se? O "meganha" ia à Escola e perguntava pelo aluno que tinha uma pinta no rosto. A gente fingia que não sabia de nada. O Elemento, com consciência muito culpada, ficou meses sem ir à cidade, com medo do marido furioso...
Não digo que eu passasse o meu tempo com saudade do Nicolau. Todos os meuscompanheiros são sempre presentes, como um braço ou uma mão. Fazem parte de mim. A dor vem quando perdemos esses nossos pedaços. Mas esse irmão foi uma peça importante na minha formação de homem, mudando-me com seu exemplo e com o que aprendi na casa do velho (?) Arlindo Nicolau João, onde fui acolhido como filho e irmão. Sei que o Nicolau, com seu ar de gentleman, aliado ao de homem simples, fará muita falta para todos nós, seus amigos, e para a sua família. Mas também sei que será muito bom chegar lá no Céu, de táxi, assim como o Luzardo, e dizer ao Aroldo:
- Ô Elemento, avisa aí ao Arlindo e à Coroa que eu vim morar com vocês de novo! E, desta vez, para sempre!
57-18, Brasil
NOSSA PASÁRGADA Uma das coisas mais difíceis de entender é o que é BQ. Não faz muito tempo, um internauta aportou na nossa bela home page e, mesmo havendo passado pela EPCAr, deixou registrada sua admiração pelo amor que a Turma de 57, a Quase Perfeita, devota a BQ. E perguntou: o que significa BQ? O Assis Brasil, meio preocupado com o futuro, esclareceu ao antigo aluno, que BQ era o prefixo da estação de rádio do campo de aviação de Barbacena. Para os normais isso é tudo - e já é muito. Quem, também, não entende o que é BQ são as nossas esposas, por mais que se esforcem. Já com uma outra dimensão maior do que um simples prefixo rádio, elas não conseguem perceber o porquê da exagerada importância que nós damos a essas duas letrinhas, sempre tão maiúsculas. Para elas, é humanamente incompreensível que um bando de homens, a maioria avoenga, fique literalmente babando e com os olhos marejados, quando se juntam para falar de BQ. Elas não confessam, mas sentem ciúme, pelo muito que aquelas letras ocupam na nossa memória e nos nossos corações. Por tudo que dizemos e, principalmente, pelo que não dizemos, elas ficam imaginando como todos nós éramos (perdoem a imodéstia coletiva) maravilhosos, naqueles Anos Dourados. Muitas vezes, nós mesmos ficamos confusos, atarantados, buscando uma explicação para esse fenômeno, que não ataca apenasa Turma Quase Perfeita, mas a todas que por lá passaram. Pensando bem, conclui-se que BQ, a nossa BQ, não existe. É uma ficção. BQ não passa de um tempo que se cristalizou num espaço, que já não é o mesmo. Portanto BQ não existe; é pura imaginação. É a nossa Pasárgada, onde éramos amigos do rei. Nas ladeiras pé-de-moleque caminham jovens de baratéia, que vão camofear no Cine Appolo ou no Orfeu e, depois, ficam paquerando, no footing, aquelas moças que usam anáguas e saias que cobrem os joelhos. É ficção. Recolham, amadas esposas, suas zangas e ciumeiras. Esqueçam, queridos filhos, as histórias de alojamento. Não dêem atenção, travessos netinhos, às fanfarronices do vovô. É tudo fantasia. Deixem que ele saia nas noites das terças-feiras, para falar com os amigos sobre BQ. Permitam que ele viaje, de quando em vez, a Minas, para rever BQ. Tudo é ficção. Em verdade ele caminha, solitário, pelo interior de si mesmo e, por mais longe que viaje, ele - prisioneiro do tempo, num tão inútil quanto agradável exercício de liberdade - acaba onde sempre esteve, porque não foi a lugar nenhum. BQ não existe...mais.
57-15, Neves
VOAR
Aos meus queridos irmãos da Turma de 57, a síntese de um ideal que é quase uma inveja humana.
VOAR
Quando vejo um pássaro planar
Com suas asas> abertas na amplidão,
Sinto n'alma o desejo de voar,
Esse desejo quase pára o coração.
Não há sequer como imaginar
Qual seria do homem a sensação,
Se um dia, como os pássaros do ar,
Pudesse levantar os pés do chão.
A luz do meu cansado olhar,
Acostumada a ver na imensidão,
Aviões que Dumont soube inventar
Para ter dos pássaros pálida visão.
Deslumbra-me, ainda, faz sonhar,
Ter, um dia, o homem em suas mãos,
Asas flexíveis capazes de dobrar,
E, como Ícaro, libertar-se da prisão.
Imagino o que seria passear
Num suave passeio pela criação,
Ouvindo de minh'asas o ruflar,
Os pássaros comigo em formação!
Ah! Que emoção seria voltear
Num vôo rasante, em silente solidão.
Montanhas, vales, rios e mar,
Poder estar ali, onde hoje não!
Não sei por que não paro de pensar
E de me fazer essa cruel indagação:
Se é tão sublime o ato de voar,
Se o homem é o rei da criação,
Por que nascemos não para andar,
Não nos cresceram asas, e sim, mãos?
De que vale esse dom de imaginar,
Se o que sonhamos nos trai a vocação? Voar!
Enquanto houver espaço a descerrar, voar...
Enquanto o sonho habitar o coração, voar...
Como um pássaro, voar, voar, voar, voar,
Será, dos homens, a maior fascinação.
57-07, Pantoja
TENENTE "MARVADO" Numa noite triste e chuvosa de Barbacena, em abril (ou seria maio?) de 1958, todos nós, os excluídos em função do affair Krizanoski, estávamos na Estação Ferroviária. Entre outros, o Mariozinho (57-31), o Carvalho Filho (57-33), o Francalacci (57-133) e talvez mais algum "bandido", na opinião do Oficial do Dia. Nossa ordem era pegar o trem noturno para o Rio e, caso ainda estivéssemos na cidade, no dia seguinte, seríamos entregues à Polícia Civil, no dizer do Oficial de Dia (com certeza na condição de menores delinqüentes, já que ninguém ainda tinha feito 18 anos).Todos iriam ficar no Rio de Janeiro, menos eu, que deveria prosseguir para Porto Alegre, de trem, com todas as escalas possíveis e imagináveis à época. A viagem duraria pelo menos dez dias, e eu não tinha dinheiro algum para pagar uma única refeição. O Mariozinho e o Carvalho Filho se dispuseram a me hospedar nos dias do intervalo entre a chegada ao Rio e a partida do trem para Porto Alegre, dias que, é óbvio, não eram coincidentes. Portanto, até o Rio tudo O.K. Depois, nem Deus sabia. Assim, estava a pensar no assunto quando chegou um colega , que fez V.I. e me entregou um monte de notinhas amassadas, dizendo:
- Magrinelli, a Turma arrecadou isso para te ajudar nas despesas de viagem. Eu tenho que voltar logo para não ser torrado. Tchau!.
Não consigo lembrar quem foi o amigo. Acho que foi um paulista, mas não tenho certeza. Por favor, se alguém souber quem foi, avise-me, porque eu sou eternamente grato àquele cara em especial e a toda a Turma em geral. Não te nho nem idéia do que me teria ocorrido se não tivesse recebido aquela ajuda e se não tivesse sido amparado pelas maravilhosas mães do Mariozinho e do Carvalho Filho, bem como por todos os familiares desse último. Devo, até hoje, uma saco de fazenda que o Fullmann me emprestou para poder trazer todas as minhas bugigangas, souvenirs que minha mãe queimou em sua maior parte, logo que cheguei a Porto Alegre. Ficam, portanto, os seguintes registros, que quero fazer públicos:1. Quem foi o amigo que me levou aquela grana tão necessária, correndo tanto risco, principalmente porque ia encontrar um bando de "perigosos celerados"?
2. Meus eternos agradecimentos a toda a família do Mariozinho e do Carvalho Filho, especialmente às suas maravilhosas genitoras;
3. Meus profundos agradecimentos a todos aqueles que colaboraram na "caixinha";
4. Fullmann, o que posso fazer para lhe indenizar o saco de roupas que você me emprestou? Se precisar de um contador, perito judicial, auditor independente,especialista em racionalização de procedimentos administrativos etc., etc., com 35 anos de experiência, é só falar.Um grande abraço a todos.
57-59, Magrinelli
NOSSA META É GENTE O ser humano desenvolve suas crenças e valores desde a infância. Iniciados no seio da família, expandidos nas escolas e na religião, consolidados nas descobertas e nas experiências, ajustados nas mudanças e nos acontecimentos da vida e polidos nos relacionamentos com amigos e pessoas marcantes, eles ajustam nossa personalidade e fortalecem nosso caráter. A combinação dos valores individuais forma os valores da família, da comunidade e de um país, e dos quais se derivam regras, normas e leis. A ausência deles causa a anomia. Sim, anomia - termo de que poucos ouviram falar, embora tenha sido definido há mais de 100 anos - explica boa parte da desordem social, da desorganização empresarial, da alienação pessoal e das incertezas provocadas pelos governos e por seus políticos. Estamos sofrendo de anomia ou de falta de valores,ou, até mesmo, de inversão de valores. Estamos carentes de líderes íntegros, não é de hoje. Basta lembrarmos a comoção nacional com a morte do querido Ayrton Senna, grande merecedor de nossos orgulhos, ao lado de poucas figuras ilustres. Mas o exagero demonstrou como somos carentes de lideres e como são difíceis de encontrar em época de eleição. Precisamos de valores e de lideres de valor para enfrentarmos o próximo milênio. Não mais do valor de quanto pesa, mas de quanto pensa, de como age e se comporta.Ao deparar-me com o livro do casal Kuczmarski, Liderança Baseada em Valores, identifiquei muitos conceitos e ensinamentos que podem e devem ser aplicados ao nosso país e às nossas organizações. Não que tudo o que é bom para os Estados Unidos tenha de ser bom para o Brasil. Entretanto, ao ver que os problemas maus para eles, também são péssimos para nós, vale a pena conhecê-los e tropicalizá-los em nossas empresas e comunidades. O livro nos faz entender por que um indivíduo, em seu carro, transforma-se em um "animal de 4 rodas", irracional, indisciplinado e que acaba demonstrando aos próprios filhos o quanto é imbecil e desprovido de valores. E nos faz entender o porquê de estarmos nesta crise federal, estadual e municipal que congrega um grupo político com vácuo de valores. E nos faz perceber as raízes da apatia dos empregados e da desorientação dos empresários devido ao desgaste dos valores e da cultura empresarial. Perdemos o discernimento do certo e do errado. Só não devemos perder a confiança em nós mesmos e devemos ter vontade de mudar. O livro relembra, também, que na sociedade anômica de hoje - em que as pessoas se sentem isoladas, alienadas e, em suma, sem normas - os clientes estão procurando por uma abordagem representativa ou substituta para fazer com que as raízes ou as normas voltem às suas vidas, criando infinitas oportunidades para as empresas que assumirem esses valores. Ele nos mostra ainda como uma liderança repleta de valores pode reverter esse cenário até o ano 2020 ou 2030. Lembrando que os indivíduos se fortalecem em seus grupos - como sabemos da convivência com colegas de escola ou de clube, e sob uma liderança não autocrática ou, às vezes, compartilhada, obtemos resultados fabulosos - fico empolgado com minhas idéias de ver as empresas funcionando como escolas e ginásios de esportes, onde seus parceiros aprendem e treinam a arte de satisfazer clientes e de obter resultados, unificando a pluralidade e as diversidades. Que felicidade empresarial!
O livro Liderança Baseada em Valores passa a integrar a coleção Educator para desenvolvimento de pessoas e de empresas, alinhado com seu propósito: "A Meta da Educator é Gente". Gente eclética, como a nossa, que está carente de liderança, de capacitação e de raízes para crer que podemos melhorar e precisamos fazê-lo urgentemente. A tecnologia está disponível, o mercado está ávido por valores, os empresários estão abertos aos desafios, os estudantes estão buscando novos rumos para suas carreiras, os religiosos estão mostrando as nossas carências espirituais e o nosso afastamento de Deus; o que mais nos falta? Tenho certeza de que este livro nos fará refletir sobre nossa realidade e o ambiente que nos cerca. Muitas das sugestões nele apresentadas poderão ser adotadas de imediato em nossas organizações. É um livro que deve ser distribuído a todos os nossos pares e colaboradores para servir de guia à reforma cultural indispensável à reversão do status quo em que estamos inseridos. Creio em sua contribuição para realinharmos os valores necessários para o engrandecimento do Brasil e da cultura de nossa gente, resgatando o princípio há tempos gravado em nossa bandeira e que representa um valor imenso:
Ordem e Progresso! 57-141, Fullmann
O trecho acima é a essência do préfácio da edição brasileira do livro Liderança Baseada em Valores, de Susan Smith Kuczmarski e Thomas D. Kuczmarski, traduzido pelo nosso companheiro, 57-141, Fullmann, assíduo colaborador deste Jornal. O Fullmann ofereceu um exemplar autografado ao Coronel Dário (para nós,sempre Capitão Dário), com a seguinte dedicatória:
Cap. Dário, Oh Capitan, my Capitan.
Durante todo o processo de tradução e revisão deste livro, sua imagem, sua voz sua, importância permeavam minha mente. A Turma Quase Perfeita é fruto de sua liderança e dos valores que nos passou. Ela só não é perfeita porque não conseguiu seguir todos os seus ensinamentos. É um orgulho e, sobretudo, uma dádiva tê-lo tido como mentor, na nossa adolescência e na formação do nosso caráter, que ainda revive nas nossas atitudes.
Deus o abençoe!
Um abraço,
Fullmann, 57-141
Trata-se de um excelente livro, cuja tradução nada fica a dever ao original, e que a redação de O Con*dor recomenda com muito prazer. Parabéns, Fullmann. Continue na sua trilha de sucessos. Seus colegas muito o admiram e agradecem as suas ótimas colaborações.
A Redação
ANIVERSARIANTES JULHODia 02 - 57-41 MELLO PORTELLA.
Dia 09 - 58-252 SLOBODA e 59-357 SCHUBNELL.
Dia 11 - 57-219 PIMENTA.
Dia 15 - 57-93 TRAVASSOS.
Dia 19 - 57-86 LUZARDO.
Dia 20 - 57-24 REIS e 57-37 LEANDRO.
Dia 23 - 57-97 GOMES PINTO.
Dia 25 - 56-86 JOSÉ NELSON
Dia 28 - 57-44 MONTERO e 59-359 CONDE FILHO.
Dia 29 - Cad 60-132 ARIEIS.AGOSTO
Dia 01 - 57-15 NEVES e Cad 57-95 TUJAL.
Dia 03 - 58-253 SANSÃO.
Dia 04 - 56-167 ABOIM e 57-125 VALLE.
Dia 05 - 57-55 AMORIM e 59-346 MORAL.
Dia 08 - 56-77 MUELA e 58-254 REGINALDO.
Dia 09 - Cad 60-122 PAES LEME.
Dia 12 - 57-81 D'ONOFRIO.
Dia 13 - 57-156 ASVOLINSQUE.
Dia 14 - 57-123 EDIMIR.
Dia 16 - 57-09 PONTES, 57-10 CARNEIRO.
Dia 19 - 57-28 LAND e 59-347 SIROTHEAU.
Dia 20 - 58-282 PONDÉ.
Dia 23 - 57-04 LUÍS MAURO, 57-34 EDISON, 57-57 POLLHUBER e Cad 60-130 MÁRIO.
Dia 26 - 57-88 DITTMAR.
Dia 28 - 57-133 AZEVEDO.
Dia 30 - 58-264 ROTSCHILD.
O VALOR DE UM SORRISO Não custa nada, mas vale muito. Enriquece quem o recebe, sem empobrecer quem o dá. Ninguém é tão rico que dele não precise; Ninguém é tão pobre que o não possa dar a todos. Dura somente um instante, mas seus efeitos perduram para sempre. Leva a felicidade a todos e a toda parte; Torna os lares mais felizes, as pessoas mais simpáticas e o encontro mais alegre. É o símbolo da amizade, da boa vontade. É o alento para os desencorajados; repouso para os cansados; Amparo para os deprimidos; ressurreição para os desesperados. Não pode ser comprado, esmolado, emprestado ou roubado. Nenhuma moeda do mundo pode pagar o seu valor. Se, algum dia, você encontrar alguém cansado demais para dar um sorriso, Dê um dos seus, pois...
Não há ninguém que precise tanto de um sorriso Como aquele que não sabe mais sorrir.
(Autor desconhecido)
AUTORIDADES I
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O Coronel da Aeronáutica Brival Bello de Souza, o nosso querido companheiro 59-334, assumiu a Superintendência do Centro de Negócios Aeroportuários de São Paulo, no Aeroporto de Guarulhos. Ele é formado em engenharia civil e pós-graduado em engenharia ambiental. Na fotografia, o flagrante do exato momento em que assinava o termo de posse. Muito sucesso, Brival!
AUTORIDADES II
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Também o Coronel Itamar Toledo Colaço, o caro 57-79, passou a ocupar função de destaque. Ele é o novo Superintendente do Centro de Assuntos Aeroportuários do Nordeste, com sede no Aeroporto de Guararapes, no Recife. Anteriormente, o Toledo era Gerente de Operações e Segurança do Aeroporto de Viracopos, em São Paulo. A redação de O Con*dor deseja ao velho companheiro muito bom êxito na sua nova função.QUEM COMEU O MELÃO?O Brig.-do-Ar Sarmento, Comandante da Escola Preparatória de Cadetes do Ar, nosso eficientíssimo anfitrião nas festividades comemorativas do cinqüentenário da EPCAr e querido amigo da redação de O Con*dor, determinou a abertura de sindicância para identificar quem comeu o melão zelosamente destinado a autoridade que visitaria a Escola no dia seguinte. O principal suspeito é um conhecidíssimo integrante da Turma 57-BQ. A cobertura dos principais eventos relacionados com a comemoração dos cinqüenta anos da EPCAr se encontra noEncarte Especial que acompanha esta edição.
QUEM COMEU O MELÃO
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O Brig-do-Ar Sarmento, Comandante da EPCAr, nosso eficientíssimo anfitrião nas festividades comemorativas do cinqüentenário da Escola e qierido amigo da redação do O CON*DOR, determinou a abertura de sindicância para identificar quem comeu o melão zelosamente destinado à autoridade que visitaria a Escola no dia seguinte. O principal suspeito é um conhecidíssimo integrante da Turma 57-BQ.
Nota: A cobertura dos principais eventos relacionados com a comemoração dos cinqüenta anos da EPCAr se encontra no Encarte Especial que acompanha esta edição.
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